Pesquisa sobre a difusão de boatos a respeito de Marielle Franco após seu assassinato, investigando como informações falsas que a associavam ao tráfico circularam inicialmente pelo WhatsApp, chegaram ao Twitter e ao Facebook e depois ganharam repercussão em sites de notícias e na imprensa.
Entre 26 de março e 3 de abril de 2018, foram coletadas 2.520 respostas por meio de um formulário online divulgado nas páginas “Quebrando o Tabu” e “Marielle Franco”. O estudo analisou especialmente a circulação dos boatos pelo WhatsApp, incluindo seu alcance, velocidade de disseminação e os tipos de grupos em que foram compartilhados.
